CONTRASP se manifesta em relação à prática da segurança irregular

CONTRASP se manifesta em relação à prática da segurança irregular

CONTRASP se manifesta em relação à prática da segurança irregular e as tragédias ocorridas nesse tipo de contratação

 

BARBÁRIE OCORRIDA NO CARREFOUR JÁ ERA ESPERADA

Aprovação do Estatuto da Segurança Privada é fundamental para evitar a contratação irregular de segurança privada

 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada – CONTRASP, vem a público lamentar a morte e se solidarizar com a família de João Alberto de Freitas, espancado e asfixiado em uma unidade do Carrefour em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, por dois seguranças.

Esse desastre deixa claro que a omissão e descaso com a regularização da prestação de serviço de segurança privada pelo Poder Público, trazido pelo Estatuto da Segurança Privada poderia evitar fatalidades como essa e oferecer proteção de fato à população.

Parado no Senado, o projeto de lei foi aprovado na Câmara dos Deputados em 2016 e prevê penalizar e responsabilizar o contratante e a contratada por esse tipo de serviço irregular.

Como o segurança não tinha vínculo com a empresa, não poderia trabalhar como tal e o preocupante é que essa prática é comumente adotada por outras redes de supermercados.

Outro ponto a ser destacado é o “bico de PM”, que demonstra claramente a intenção do Carrefour de baratear os custos com segurança, colocando em risco a vida dos clientes e funcionários, pois policiais trabalham de forma ostensiva e o vigilante de forma preventiva, zelando pelo patrimônio e pela segurança das pessoas dentro de locais privados.

“É inadmissível atitudes como essa e nada condiz com o papel da segurança privada, com homens devidamente treinados, reciclados que passam por testes psicológicos e treinamento preventivo para agir nesse tipo de situação como a do Carrefour e o Estatuto da Segurança Privada vai criminalizar e responsabilizar a contratação de segurança irregular, além de dar maiores poderes para a Polícia Federal fiscalizar a prestação desse tipo de serviço. Por isso, não podemos mais esperar e fazemos um apelo para que o Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, coloque em pauta no plenário o projeto para que possa ser votado. Temos que dar uma basta, pois a população está pagando com a vida”, finalizou o presidente da Contrasp, João Soares.

Pelo projeto, após serem confirmadas as irregularidades, a Polícia Federal poderá autuar a empresa e suspender sua autorização de funcionamento.

 

Fonte: CONTRASP – http://contrasp.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Bom-Dia-CONTRASP2.pdf

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